Muito antes de Carlos Eugênio Simon apitar as Copas do Mundo de 2002 (Coreia do Sul e Japão), 2006 (Alemanha) e 2010 (África do Sul), outro árbitro do Rio Grande do Sul já tinha tido a experiência nos anos 90, Renato Marsiglia, que esteve presente na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. Para chegar ao Mundial, ele ganhou a disputa da indicação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com o mineiro Márcio Rezende de Freitas, que, posteriormente, foi o indicado brasileiro para ser árbitro na Copa do Mundo de 1998, realizada na França.

O primeiro jogo apitado por Renato Marsiglia na Copa do Mundo de 94 foi a partida entre Bélgica e Holanda (Países Baixos), disputado na cidade de Orlando, durante a primeira fase do torneio. Embora tenha sido duramente criticado pelos jogadores dos dois países, especialmente pelo cartão amarelo que deu ao volante holandês Wouters nos primeiros minutos de jogo, Marsiglia minimizou as críticas ao dizer que não entendia holandês ou francês.
Mesmo com essas críticas, o então árbitro gaúcho foi mais uma vez escalado pela Fifa para apitar uma partida daquela Copa do Mundo. O jogo em questão que Marsiglia iria apitar seria entre Suécia e Arábia Saudita, marcado para ser disputado em Dallas, e que era válido pelas oitavas de final do torneio. Diferentemente da primeira partida em que apitou, desta vez, o árbitro gaúcho não teve maiores críticas das duas seleções, inclusive teve um episódio inusitado em que conversou com os capitães das duas seleções em português, porque o sueco Thern atuava naquela época pelo Benfica de Portugal e o saudita Al-Jawad era então casado com uma brasileira de Minas Gerais.
Essa experiência de Marsiglia na Copa do Mundo de 94 o levou a escrever o livro ‘Por dentro da Copa’, publicado pela editora ‘Tchê’, em que ele narra os segredos e vivências que teve durante o torneio disputado nos Estados Unidos. O árbitro brasileiro a ser escolhido pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para a disputa da Copa do Mundo de 2026, que será realizada entre os meses de junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá, deve ter o nome divulgado pela CBF nos primeiros meses do ano em que o Mundial será disputado. Depois disso, os representantes brasileiros de arbitragem devem passar pelos testes físicos e os treinamentos técnicos obrigatórios que são realizados antes do início do torneio.
Qual deveria ser o árbitro brasileiro que representaria o país na Copa do Mundo de 2026 na sua opinião?

hummmm tá difícil. Estamos numa safra sofrível. Talvez a Edna venha representar a arbitragem BR. Pode ser interessante convidar e mesclar mulheres e homens na arbitragem.
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Em 2026 eu não sei, mas a pergunta que me vem a cabeça é: como o ladr@o do Márcio Rezende de Freitas foi indicado para apitar em uma Copa do Mundo depois do que ele fez naquela fatídica final entre Botafogo e Santos em 1995?
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