Um dia que não terminou e entrou para a história

No dia primeiro de maio de 1994, o Brasil inteiro parou para ver a corrida e depois chorar a perda trágica e inesperada do piloto Ayrton Senna, que faleceu vítima de um acidente inesperado em Ímola, em San Marino, no Grande Prêmio que foi disputado pela última vez no ano de 2006. Naquele ano de 2006, o alemão Michael Schumacher, da Ferrari, ganhou a corrida com o espanhol Fernando Alonso, da Renault, em 2o lugar e o colombiano Juan Pablo Montoya, da McLaren, na 3a colocação.

Os ex-jogadores Paulo Sérgio (foto: senna.com), Zetti, Mauro Silva e Gilmar entregam a faixa que homenageia o falecido piloto Ayrton Senna, que faleceu em maio de 1994, um pouco antes da Seleção Brasileira conquistar o tetracampeonato da Copa do Mundo

Três dias depois, no dia 4 de maio de 1994, a Seleção Brasileira iria disputar um amistoso contra a Islândia, em Florianópolis, que seria o último em solo brasileiro antes da viagem para a América do Norte. O Brasil venceu a partida por 3 a 0, com os gols marcados por Ronaldo e Zinho no primeiro tempo e Viola no segundo tempo.

Na comemoração do gol de Zinho, o então meia do Palmeiras simulou dirigir um carro de Fórmula 1 para homenagear Ayrton Senna. O técnico da Seleção Brasileira da época, Carlos Alberto Parreira, sempre usava os ensinamentos de Senna para repassar aos jogadores.

Depois do título da Copa do Mundo, os jogadores brasileiros exibiram a faixa em que dedicavam a conquista do tetracampeonato da Copa do Mundo para Ayrton Senna, o que deixou a irmã dele (Viviane Senna), muito emocionada na ocasião. Hoje esta faixa está guardada com Américo Faria, ex-superintendente da CBF naquela época.

Qual a importância do incentivo de Ayrton Senna para a conquista do tetracampeonato da Seleção Brasileira na Copa do Mundo na sua opinião?

2 comentários em “Um dia que não terminou e entrou para a história

  1. Senna, apesar de Corinthiano, sempre foi um exemplo de obstinação e vitórias

    Talvez o mais exemplo tenha sido a disciplina com que sempre encarou a profissão.

    Eu, como sou novinho, não tenho muitas lembranças do Senna, sou mais da Geração Schumacher, que cá entre nós, foi um BAAAAAITAAA piloto, hein?

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  2. Caro blogueiro, como dizia Nenem Prancha, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
    Aquele time ganhou e jogando muito feio, pois tinha o gênio de Romário (um anti-Senna) com a ajuda de Bebeto e a linha dura do Dunga (que tinha a disciplina do Senna), o que nos faltou em 1982, um Dunga para berrar e dar um pouco de linha dentro do campo. Em 1970 Gérson e Pelé fizeram isso.

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