“O que as vitórias têm de ruim é que elas não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que elas não são definitivas” (José Saramago, escritor português)

Depois de vencer o primeiro jogo por 1 a 0 no Rio de Janeiro, o Botafogo sentiu os efeitos de jogar na altitude do Equador e foi derrotado por 2 a 0 pela LDU Quito na segunda partida entre os dois times. Com o resultado, o time equatoriano é que será o próximo adversário do São Paulo na Taça Libertadores, com a primeira partida a ser disputada em Quito e o segundo jogo em São Paulo.

O italiano Davide Ancelotti (foto: ge.globo.com) tem a primeira experiência na função de técnico ao assumir o comando do Botafogo

Neste jogo diante da LDU Quito no Equador, Davide Ancelotti escalou três volantes no time titular para que a equipe carioca conseguisse se adaptar à altitude da capital equatoriana, que é de 2.850 metros. O técnico italiano admitiu que tomar um gol do time equatoriano logo aos seis minutos o forçou a ter que mudar a estratégia inicial que ele tinha planejado.

Davide Ancelotti explicou que na altitude a bola viaja mais e é mais rápida, o que é difícil de controlar. O italiano ainda comentou que o time da LDU Quito é muito forte e que o Botafogo teve que poupar energia para conseguir ficar inteiro até o final do jogo.

Com a eliminação na Taça Libertadores, o Botafogo agora se concentra na disputa da Copa do Brasil, em que enfrenta o rival Vasco nas quartas de final. O Botafogo também segue na disputa do Campeonato Brasileiro e tem o Juventude como adversário na próxima rodada, no jogo que será disputado em Caxias do Sul.

Quais as lições que o Botafogo pode tirar da eliminação diante da LDU Quito na Taça Libertadores para o restante da temporada na sua opinião?

4 comentários em ““O que as vitórias têm de ruim é que elas não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que elas não são definitivas” (José Saramago, escritor português)

  1. Acho que sempre que o jogo for acima de 2 mil metros, ou teria que ser mais curta a duração, ou ter um terceiro jogo… num campo ‘neutro’..sei lá, 1.000 metros. Pode ser aqui em Cássia dos Coqueiros.

    Blogueiro, gostaria de saber sua opinião sobre o novo técnico do Santos. Vamos aprender com a derrota acachapante em pleno Morumbinada…?

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    1. Olá Zé, tudo bem? Posso dizer que o Juan Pablo Vojvoda é um bom técnico sim, mas não sei se ele está à altura do Santos. Pela fase atual do time, que até disputou a Série B do Brasileiro, eu diria que sim, mas espero que ele dê um jeito no Peixe. Que eu tenha visto, ao longo da carreira dele, o Vojvoda treinou times pequenos na Argentina e um time pequeno também no Chile, depois ele treinou o Fortaleza, que não é uma grande coisa no Brasil. O desafio do Santos, pode ser muito para o técnico argentino, mas espero que ele tenha sorte. Um grande abraço do blogueiro, Deda

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  2. Botafogo voltará em breve a ser o que sempre foi. Um NADA. Logo o Textor tira sua SAF de campo e “daí pra frente é só pra trás”. Isso é o destino fazendo justiça pelo título brasileiro de 95, roubado escandalosamente pela quadrilha de Márcio Rezende de Freitas.

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  3. O Botafogo perdeu a vaga em casa. Teria que fazer um pouco mais que um a zero. Uma pena.

    Agora … jogar nas alturas é dureza. E tomou um gol logo no início dificultou ainda mais.

    O Botafogo negociou jogadores que fazem falta ao time. Vamos ver se consegue se firmar nos demais campeonatos.

    Ver e conferir.

    Quanto ao Santhus, ele logo estará fazendo jogos no Santão … Aí ele vai ver o que é bom para a tosse. Série B o espera Neymala.

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