Para manter a tradição

Depois de alguns anos, o time da Roma da Itália volta a ter um lateral-direito brasileiro na equipe giallorossa da capital italiana. O jogador a ocupar esta faixa do campo desta vez é Wesley, que foi contratado vindo do Flamengo. Historicamente, na ligação entre Flamengo e Roma, Renato Gaúcho, Andrade, Juan e Aldair jogaram tanto no rubro-negro carioca quanto no time italiano.

O lateral-direito Wesley (foto: msn.com) dividiu opiniões no primeiro jogo que disputou com a camisa da Roma da Itália

Pela equipe italiana nesta posição já passaram Cafu, Cicinho e Maicon, que também disputaram a Copa do Mundo pela Seleção Brasileira. Revelado pelo Tubarão de Santa Catarina, Wesley jogou por cinco anos no Flamengo, onde conquistou uma Taça Libertadores, dois Campeonatos Cariocas e duas Copas do Brasil.

Com 21 anos de idade, o lateral-direito também disputou uma partida pela Seleção Brasileira, no jogo diante da Colômbia, válido pelas Eliminatórias. Para tirar Wesley do Flamengo, a Roma pagou 25 milhões de euros, que podem chegar a 30 milhões, a depender das metas que o jogador brasileiro atingir com o time italiano.

No time romano, o lateral-direito usará a camisa 43, o mesmo número que usou no quando defendeu o Flamengo, e assinou um contrato de cinco anos. O primeiro jogo de Wesley pelo time italiano (no amistoso contra o Lens, da França) dividiu opiniões, porque enquanto alguns ficaram empolgados com o jovem atleta, outros acreditam que ele precisará de tempo para se adaptar ao futebol europeu.

Qual será o saldo final da passagem de Wesley pela Roma na sua opinião?

3 comentários em “Para manter a tradição

  1. é um bom jogador, mas pode se perder na imensa capital romana. Em outras palavras, a fama é a grana subirem muito.

    afinal, balada atrapalha os treinos. Se inverter….

    Eu espero que possa conciliar e fazer uma boa carreira profissional no esporte betão.

    agora … perfeito somente o Cicinho, que jogou no celeiro de craques do mundo.

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  2. Esse aí não tem muita estrutura emocional prá lidar com grana e fama. Era da turma da “balada” no RJ e se não criar juízo, logo logo tá de volta.

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  3. Só podemos lamentar a incapacidade de um país que tem um PIB PPC maior que a Itália e uma população apaixonada por futebol tanto quanto, perder seus jovens talentos. É torcer pelo rapaz.

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