Desde a Copa do Mundo de 2014, especialmente após o fatídico resultado de 7 a 1 do Brasil diante da Alemanha, o técnico Luiz Felipe Scolari se recusa a conversar com o narrador Galvão Bueno. Segundo o próprio Felipão, Galvão Bueno teria feito o Brasil “apontar o dedo” para ele.

No mesmo dia da derrota do Brasil contra a Holanda, na disputa do 3o lugar da Copa do Mundo, Galvão Bueno fez um editorial antes do ‘Jornal Nacional’ em que apontava que o resultado não tinha sido decorrente de um “apagão” na semifinal diante da Alemanha e sim de um trabalho que não deu certo. Desde esse episódio, Felipão simplesmente se recusa a falar com Galvão Bueno, apesar de ter feito uma reaproximação com outros profissionais da ‘TV Globo’.
O próprio Galvão Bueno revela que tentou uma reaproximação com Felipão por diversas vezes, mas o técnico sempre recusou. Outro que pouco fala com Galvão Bueno é Neymar, que não estava em campo no jogo da semifinal da Copa do Mundo de 2014.
No documentário produzido pelo ‘Globoplay’, o ex-jornalista Renato Maurício Prado e o ex-piloto de Fórmula 1 Nelson Piquet também se recusaram a dar um depoimento sobre Galvão Bueno. O próprio Galvão Bueno criticou a produção do documentário ao dizer que houve um certo exagero.
Quais as formas que Galvão Bueno poderia melhorar as relações que ele tem no meio do esporte na sua opinião?

Impossível melhorar. Nos bastidores, Galvão é tido como uma pessoa insuportável, com um ego maior que o mundo e a necessidade de monopolizar todas as atenções, além de ser grosseiro e arrogante nos bastidores. Isso é de sua índole. Quem conviveu com ele (e não pertence ao círculo próximo de amizade) o considera uma pessoa de dificílimo relacionamento. Nessa altura da vida, difícil acreditar em uma mudança de comportamento.
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