Um encontro de gigantes

No ano de 1985, a França era a campeã da Eurocopa do ano anterior e desafiou o Uruguai, que tinha vencido a Copa América disputada dois anos antes, para uma partida única, que seria realizada em Paris. Naquele ano, a disputa recebeu o nome de Troféu Artemio Franchi, em homenagem ao italiano que foi primeiro o presidente da Fiorentina, depois da Federação Italiana e finalmente da Uefa.

O jovem promissor espanhol Yamal e o craque argentino Messi (foto: correiobraziliense.com.br) são os destaques das duas seleções para a Finalíssima, que será disputada entre os dois países no ano que vem

Depois de muitos anos sem ser disputado, o torneio voltou a ser realizado no ano de 93, em que a Dinamarca (surpresa e campeã da Eurocopa de 92) venceu a Argentina, que tinha sido campeã da Copa América de 93. Este jogo foi vencido nos pênaltis pelos argentinos, depois de um empate no tempo normal, e foi realizado na cidade argentina de Mar del Plata.

Mais alguns anos se passaram sem a disputa, e em 2022 a Argentina (que foi campeã da Copa América), venceu a Itália (campeã da Eurocopa), na partida que foi realizada no lendário estádio de Wembley, em Londres. Entre os homens, a disputa entre Argentina e Espanha está prevista para acontecer em 2025, mas ainda sem data nem local definidos pela Conmebol (Confederação Sul Americana de Futebol), a Uefa (entidade máxima do futebol europeu) ou a Fifa (entidade máxima do futebol mundial).

Entre as mulheres, a única edição disputada até hoje da Finalíssima feminina aconteceu no ano de 2023, quando a Inglaterra venceu o Brasil nos pênaltis, na partida que foi disputada em Wembley, na capital inglesa. Disputada a cada quatro anos, a Finalíssima feminina terá a segunda edição no ano de 2027.

Quais poderiam ser bons locais para as disputas da Finalíssima entre os homens e as mulheres na sua opinião?

Para continuar a fazer história

Com uma trajetória de sucesso dentro dos gramados, quando era lateral-esquerdo, o brasileiro Sylvinho começou a carreira de treinador faz pouco tempo. Em 2019, ele teve uma curta passagem pelo Lyon, da França, para onde foi levado pelo compatriota Juninho Pernambucano, que segue como diretor esportivo do time francês, e Sylvinho comandou a equipe em apenas 11 jogos, com três vitórias, quatro empates e quatro derrotas à frente do Lyon.

Técnico Sylvinho (foto: br.bolavip.com) comandará a Albânia na Eurocopa deste ano, que será disputada em junho, na Alemanha

Sem treinar nenhum clube em 2020, Sylvinho voltou às origens e dirigiu o Corinthians entre maio de 2021 e fevereiro do ano seguinte, até assumir a seleção da Albânia, em janeiro do ano passado. Desde que chegou ao país, o próprio treinador admite que lidar com o idioma albanês tem sido a maior dificuldade dele, então a conversa com os dirigentes normalmente ocorre em inglês (pelo fato de Sylvinho ter defendido o Arsenal e o Manchester City, nos tempo de jogador, e depois ser assistente do italiano Roberto Mancini, depois de encerrar a carreira), espanhol (quando atuou pelo Celta de Vigo e também pelo Barcelona), italiano (quando seguiu na função de assistente de Roberto Mancini na Internazionale) ou português, porque alguns jogadores albaneses atuam em Portugal.

Se a dificuldade de falar diretamente com alguns jogadores albaneses existe (porque o idioma é uma mistura de grego, latim e italiano), o mesmo não acontece em relação aos assistentes do técnico brasileiro, que são o compatriota Doriva e o argentino Zabaleta. Os jogadores que foram convocados na última lista e atuam fora da Albânia são os goleiros Kastrati (que defende o Citadella, da Itália) e Strakosha (que joga pelo Brentford, da Inglaterra), os zagueiros Balliu do Rayo Vallecano da Espanha, Hysaj da Lazio da Itália, Gjimshiti da Atalanta, também da Itália (que é o capitão da equipe), Mihaj do Famalicão de Portugal e Kumbulla do Sassuolo da Itália.

No meio de campo, os jogadores principais da Albânia que atuam fora do país são Bare do Espanyol da Espanha, Bajrami, também do Sassuolo da Itália, Ramadani do Lecce da Itália e a badalada e promissora estrela da equipe, que o jovem Asllani, da Internazionale de Milão, da Itália, enquanto que no ataque, o grande nome é Broja, que joga pelo Fulham, da Inglaterra. Na Eurocopa deste ano, os albaneses não tiveram tanta sorte na formação dos grupos do torneio, e terão pela frente a Itália (no jogo disputado em Dortmund), Croácia (que enfrentará a Albânia em Hamburgo) e Espanha (na partida que será realizada em Düsseldorf) logo na primeira fase do torneio continental.

Qual a chance da Albânia ser a ‘zebra’ do grupo e passar de fase na sua opinião?