Depois de vencer a Escócia e o Marrocos e perder da Noruega na primeira fase, o Brasil enfrentou o Chile nas oitavas de final da Copa do Mundo de 98, que foi realizada na França. Os chilenos se classificaram em segundo lugar, depois de empatar com a Itália, a Áustria e Camarões.
O centroavante brasileiro Ronaldo (foto: especiais.ig,com.br) disputa a bola com zagueiro Ronald Fuentes do Chile no jogo válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 98 na França
No jogo contra o Chile, o Brasil não demorou a abrir o placar, com o gol do volante César Sampaio, aos 11 minutos do primeiro tempo. Ele ainda iria ampliar o marcador no primeiro tempo, ao balançar as redes aos 27 minutos, para delírio da torcida brasileira em Paris.
Bem distante da França, a família Schürmann comemorava a vitória parcial em Puerto Montt, no Chile, o que deixou os próprios chilenos um pouco assustados. Esta festa iria aumentar depois que o centroavante Ronaldo, o principal atacante do Brasil, marcou o terceiro gol.
Os chilenos, que na época eram comandados pelo uruguaio Nelson Acosta, ainda marcaram um gol de consolo com o centroavante Salas. Dois minutos depois a vitória brasileira seria selada com mais um gol de Ronaldo, que garantiu a passagem da seleção para as quartas de final.
Qual o jogo do Brasil que é seu jogo mais marcante das Copas do Mundo?
No livro ‘Os 50 maiores jogos das Copas do Mundo’, escrito pelo jornalista esportivo Paulo Vinícius Coelho e publicado pela editora “Panda Books’ em 2006, PVC, como o jornalista é conhecido, comenta que não se deveria perguntar ao ex-centroavante holandês Van Hooijdonk o que ele pensa a respeito do árbitro emiratense Ali Bujsaim, que foi escalado para ser o árbitro daquele jogo. Segundo PVC, ele afirma que o centroavante holandês diria que o cartão amarelo recebido foi injusto e que o pênalti nele deveria ter sido marcado.
O centroavante holandês Van Hooijdonk (foto: sporting-heroes.net) reclama com o árbitro emiratense Ali Bujsaim o cartão amarelo que recebeu depois de disputar um lance com o zagueiro brasileiro Aldair na semifinal entre Brasil e Holanda, válida pela Copa do Mundo de 1998 realizada na França
Muitos anos se passaram desde aquele jogo, mas o lance continua vivo na memória do ex-centroavante holandês. Em entrevista à revista inglesa ‘FourFourTwo’, no ano de 2016, o blogueiro teve a chance de ‘desobedecer’ a recomendação de PVC e fazer a pergunta ao próprio ex-jogador holandês sobre o cartão amarelo que Van Hooijdonk recebeu naquela partida da Copa do Mundo.
Van Hooijdonk lembrou que a Holanda deveria sim ter estado na final diante da França e que ele entrou no jogo contra o Brasil, disputado em Marselha, quando faltavam 15 minutos para o fim do segundo tempo. Depois que o centroavante Kluivert empatou a partida aos 87 minutos, Van Hooijdonk fez uma corrida em direção à área brasileira certo de que ele faria o gol de cabeça, mas, no entendimento dele, isso não aconteceu porque ele teria sido puxado pelo zagueiro Aldair.
Quando Van Hooijdonk caiu no gramado, ele imaginou que Bujsaim daria o pênalti, mas o árbitro pediu que o jogador holandês se levantasse e deu o cartão amarelo para ele por ter caído. Van Hooijdonk argumenta que tem uma foto que mostra a falta, mas, apesar disso, ainda guarda com carinho na memória o gol que ele marcou pela Holanda contra a Coreia do Sul, no jogo disputado também em Marselha, que foi válido pela fase de grupos do torneio.
Quais as suas lembranças da semifinal da Copa do Mundo de 98 disputada entre Brasil e Holanda?
Muito antes de Carlos Eugênio Simon apitar as Copas do Mundo de 2002 (Coreia do Sul e Japão), 2006 (Alemanha) e 2010 (África do Sul), outro árbitro do Rio Grande do Sul já tinha tido a experiência nos anos 90, Renato Marsiglia, que esteve presente na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. Para chegar ao Mundial, ele ganhou a disputa da indicação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com o mineiro Márcio Rezende de Freitas, que, posteriormente, foi o indicado brasileiro para ser árbitro na Copa do Mundo de 1998, realizada na França.
O árbitro brasileiro Renato Marsiglia (foto: globoplay.globo.com) mostra o cartão amarelo para o volante holandês Wouters, no jogo diante da Bélgica, válido pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1994, que foi disputado em Orlando
O primeiro jogo apitado por Renato Marsiglia na Copa do Mundo de 94 foi a partida entre Bélgica e Holanda (Países Baixos), disputado na cidade de Orlando, durante a primeira fase do torneio. Embora tenha sido duramente criticado pelos jogadores dos dois países, especialmente pelo cartão amarelo que deu ao volante holandês Wouters nos primeiros minutos de jogo, Marsiglia minimizou as críticas ao dizer que não entendia holandês ou francês.
Mesmo com essas críticas, o então árbitro gaúcho foi mais uma vez escalado pela Fifa para apitar uma partida daquela Copa do Mundo. O jogo em questão que Marsiglia iria apitar seria entre Suécia e Arábia Saudita, marcado para ser disputado em Dallas, e que era válido pelas oitavas de final do torneio. Diferentemente da primeira partida em que apitou, desta vez, o árbitro gaúcho não teve maiores críticas das duas seleções, inclusive teve um episódio inusitado em que conversou com os capitães das duas seleções em português, porque o sueco Thern atuava naquela época pelo Benfica de Portugal e o saudita Al-Jawad era então casado com uma brasileira de Minas Gerais.
Essa experiência de Marsiglia na Copa do Mundo de 94 o levou a escrever o livro ‘Por dentro da Copa’, publicado pela editora ‘Tchê’, em que ele narra os segredos e vivências que teve durante o torneio disputado nos Estados Unidos. O árbitro brasileiro a ser escolhido pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para a disputa da Copa do Mundo de 2026, que será realizada entre os meses de junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá, deve ter o nome divulgado pela CBF nos primeiros meses do ano em que o Mundial será disputado. Depois disso, os representantes brasileiros de arbitragem devem passar pelos testes físicos e os treinamentos técnicos obrigatórios que são realizados antes do início do torneio.
Qual deveria ser o árbitro brasileiro que representaria o país na Copa do Mundo de 2026 na sua opinião?
Depois de conseguirem a segunda medalha de Prata do futebol feminino, nas Olimpíadas de Paris, as jogadoras da Seleção Brasileira feminina voltaram para o Rio de Janeiro e foram recebidas de forma discreta pelos torcedores. No desembarque, lateral-esquerda Tamires, que atua pelo Corinthians, disse que a medalha representa um orgulho muito grande porque foi conseguida com muita luta.
Lateral-esquerda Tamires (foto: ge.globo.com) da Seleção Brasileira, desembarca no Rio de Janeiro depois de disputar as Olimpíadas de Paris, em que o Brasil foi derrotado pelos EUA e ficou com a medalha de Prata
Ela ainda destacou que a nova geração que virá tem uma oportunidade gigante de conseguir resultados melhores, porque agora o futebol feminino tem mais visibilidade no Brasil e também no mundo. Tamires ainda fez questão de agradecer aos torcedores que realmente amam o futebol das jogadoras de verdade.
Outra jogadora a falar sobre a conquista foi a meia-atacante Gabi Portilho, que também defende o Corinthians, e se disse muito confiante pelo que o Brasil apresentou nas Olimpíadas de Paris neste ano. Ela ainda comentou que tem uma expectativa muito grande para a disputa da próxima Copa do Mundo, que será realizada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e as cidades sede do torneio que receberão os jogos serão Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Salvador, São Paulo, Recife, Manaus e Cuiabá.
Na disputa do terceiro lugar das Olimpíadas de Paris, a Alemanha venceu a Espanha por 1 a 0 e ficou com a medalha de Bronze. O jogo entre Brasil e Estados Unidos pela final das Olimpíadas marcou também a despedida da atacante Marta da Seleção Brasileira, aos 38 anos.
Qual a chance da Seleção Brasileira feminina conquistar a Copa do Mundo de 2027 em casa na sua opinião?
O dicionário Houaiss define o termo goleada como “uma vitória por ampla diferença de gols” (sem caracterizar ou precisar o número a ser considerado), mas a Austrália costumava levar o objetivo de marcar gols a sério, tanto que a maior goleada registrada pela Fifa aconteceu quando a seleção dos Socceroos atropelou a frágil Samoa Americana por expressivos 31 a 0, com três gols do volante Boutsianis, 13 gols do centroavante Thompson, oito gols do atacante Zdrilic, dois gols do meia Vidmar, outros dois do zagueiro Popovic, mais dois do zagueiro Colosimo e um do zagueiro De Amicis. O fato da Austrália ter um futebol profissional e competir contra as pouco expressivas seleções da Oceania levou a Fifa a decidir colocar a Seleção Australiana na eliminatória da Ásia a partir das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, em que a Austrália se classificou para o torneio que foi realizado na Alemanha e foi eliminada pela Itália nas oitavas de final.
O lateral-direito australiano Muscat (foto: dreamteamfc.com) disputa a bola no jogo contra a seleção de Samoa Americana, válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2
No Brasil, a maior goleada registrada no futebol masculino aconteceu em 1909, quando o Botafogo marcou 24 a 0 no Mangueira no Campeonato Carioca daquele ano, em que o time alvinegro seria vice-campeão, ao ser derrotado pelo Fluminense. No futebol feminino, a goleada é mais recente, em 2013 o time do Vitória das Tabocas conseguiu marcar 34 a 0 no time da Polícia Militar no jogo válido pelo Campeonato Pernambucano.
Em Portugal, a maior goleada do futebol masculino ocorreu em 1971, quando o Sporting Lisboa derrotou o Mindelense (um time de Cabo Verde, que na época era colônia portuguesa) por 21 a 0 na disputa da Taça de Portugal, que depois seria vencida pelo time dos Leões da capital portuguesa ao derrotar o rival Benfica na decisão. Este recorde seria superado em 2019 quando a equipe do Benfica fez 32 gols no time do Pego, no futebol feminino.
No Campeonato Português o placar mais elástico já registrado até hoje aconteceu na vitória do Sporting Lisboa sobre o Leça em 1942, quando a equipe alviverde fez o 14 a 0 no Leça, mas o título daquela temporada ficaria com o rival Benfica. Entre os grandes clubes do país, a maior goleada aconteceu quando o Benfica aplicou 12 gols no Porto e sofreu apenas dois em 1943, e esta vitória ajudou a equipe encarnada da capital a conquistar o título nacional daquela temporada.
Qual a maior goleada que você já viu (seja no estádio ou pela televisão) até hoje?
Depois de ser eliminado pela França nas quartas de final da Copa do Mundo de 86 realizada no México, os torcedores brasileiros passaram a depositar esperanças em um resultado melhor na Copa de 90, que seria disputada na Itália. O capitão do Brasil naquela Copa do Mundo foi o zagueiro Ricardo Gomes e a nona colocação foi o pior resultado da Seleção Brasileira no torneio até hoje.
O meia argentino Maradona (foto: globoesporte.com) domina a bola observado pelo zagueiro brasileiro Ricardo Gomes durante o jogo entre Brasil e Argentina pela Copa do Mundo de 90 disputada na Itália
O Brasil passou para as oitavas de final como o primeiro do Grupo B (depois de vencer a Escócia, a Suécia e a Costa Rica na primeira fase), e enfrentaria a Argentina, que era a terceira colocada do Grupo A, em Turim. Este foi o terceiro jogo entre os dois países nas Copas do Mundo, depois da vitória brasileira na Copa do Mundo de 74 na Alemanha e do empate na Copa do Mundo de 78 na Argentina.
Os jogadores brasileiros mais comentados pelos torcedores naquela época eram o goleiro Taffarel, o atacante Bebeto e o centroavante Romário, sendo que os dois últimos foram reservas durante a Copa do Mundo na equipe comandada pelo técnico Sebastião Lazaroni. Quatro anos mais tarde, na Copa do Mundo de 94 disputada nos Estados Unidos, os três seriam protagonistas na equipe dirigida pelo técnico Carlos Alberto Parreira que conseguiria vencer o torneio e conquistaria o tetracampeonato.
Na Seleção Brasileira de 94 ainda estavam o lateral-direito Jorginho, o lateral-esquerdo Branco, o centroavante Müller, o meia Mazinho, o zagueiro Ricardo Rocha e especialmente o volante Dunga, que foi o principal alvo da torcida brasileira na eliminação da Copa de 90. Uma das principais críticas que os torcedores faziam era sobre o estilo ‘europeu’ da equipe, com poucos dribles e muita marcação, enquanto que entre os jogadores uma das principais lições aprendidas foi a divisão do dinheiro que seria ganho com a premiação pela conquista.
Quais as lições que a derrota de 90 trouxe para os jogadores serem bem sucedidos na Copa do Mundo seguinte na sua opinião?
Por muitos anos, as mulheres foram proibidas de jogarem futebol no Brasil, especialmente a partir do ano de 1941, quando uma regulamentação do CND (Conselho Nacional de Desportos) depois se tornou lei e 24 anos depois, em 1965, esta mesma lei foi atualizada depois que o governo militar soube que havia mulheres que jogavam futebol no Brasil de forma clandestina em todo o país. Somente em 1979 é que esta proibição foi revogada e as mulheres passaram a poder jogar futebol, mas foi apenas em 1983 que a modalidade foi oficialmente regulamentada no Brasil e foi inclusive concedida a permissão para que fosse ensinado o futebol para as meninas na escola.
Em 2015, o cartunista Maurício de Sousa usou as personagens femininas da ‘Turma da Mônica’ (foto: Maurício de Sousa Produções/ produção exclusiva para o site globoesporte.com) para ajudar a divulgar e promover o futebol feminino no Brasil
No ano de 1988, a Fifa decidiu criar um torneio experimental para o futebol feminino, que teria o nome de Women’s Invitational Tournament (Torneio Convidativo para as Mulheres), que seria realizado em junho daquele ano na China. Doze seleções participariam daquela competição, e o Brasil (que tinha a atacante Roseli e a meia-atacante Sissi como destaques da equipe) terminou em 3o lugar, depois de vencer as anfitriãs chinesas na disputa de pênaltis.
No ano seguinte da Copa do Mundo de 90, disputada pelos homens na Itália, as mulheres também passaram a ter uma Copa do Mundo oficial no futebol feminino, que foi novamente realizada na China em novembro de 91. Mas, desta vez, o Brasil (que contava com a zagueira Elane, a meia-atacante Cenira e a meia Pretinha como destaques) não teve um bom desempenho e foi eliminado na disputa entre os terceiros colocados dos grupos.
No torneio de 95, disputado em junho daquele ano na Suécia, o Brasil foi novamente eliminado na primeira fase e na Copa do Mundo de 99, realizada nos Estados Unidos, foi quando a Seleção Brasileira teve um grande desempenho, ao terminar na 3a colocação, depois de vencer a Noruega (que os homens nunca venceram) nos pênaltis naquela Copa do Mundo. Na época, as principais destaques da Seleção Brasileira eram a atacante Pretinha, a centroavante Kátia Cilene, a meia-atacante Sissi, a zagueira Cidinha e a volante Formiga.
O blogueiro gostaria de agradecer à professora universitária, educadora e geógrafa Andrea Lastoria pela sugestão do tema deste post.
Quais as formas que as meninas poderiam ser mais incentivadas a jogarem futebol no Brasil na sua opinião?
Na Copa do Mundo de 94 o Brasil voltou a jogar contra a Suécia (adversária da primeira fase) na semifinal. Na primeira fase houve um empate de 1 a 1 com o gol de Romário para o Brasil e Kennet Andersson para os suecos na partida disputada no estádio de grama sintética em Detroit. Quase duas semanas depois, as duas seleções voltariam a se enfrentar, desta vez pela semifinal da Copa do Mundo, que seria jogada em Pasadena, uma cidade nos arredores de Los Angeles. Somente uma das duas seleções poderia avançar para a final.
O centroavante brasileiro Romário (foto: http://www.conmebol.com) salta para marcar o gol da vitória contra a Suécia na semifinal da Copa do Mundo de 94
No primeiro tempo, aos três minutos, o Brasil teve a primeira chance de abrir o placar quando Romário chutou de fora da área e o goleiro sueco Ravelli defendeu com um soco. Aos 26min, Romário teve uma nova tentativa de marcar quando driblou Ravelli e chutou para o gol, mas o zagueiro Patrik Andersson cortou a bola em cima da linha. No rebote, dentro da pequena área, o meia Mazinho chutou para fora, à esquerda do gol vazio. Quatro minutos depois, aos 31 minutos, Romário não conseguiu driblar o goleiro dentro da área e chutou para fora.
No intervalo, o então técnico Carlos Alberto Parreira tirou o meia Mazinho para colocar o meia Raí, que tinha entrado no jogo anterior contra a Holanda, no jogo pelas quartas de final. O então meia, que atuava pelo PSG da França na época, foi o capitão brasileiro nos três jogos da primeira fase e não atuou nas oitavas de final contra os EUA.
No segundo tempo, aos nove minutos, o meia Zinho acertou um chute longo de fora da área, que obrigou o goleiro Ravelli a fazer uma defesa espetacular, quando espalmou a bola por cima do travessão. Aos 18min, o zagueiro sueco Thern foi expulso depois de cometer falta violenta no volante Dunga, quando acertou o tornozelo direito do jogador brasileiro. O Brasil aumentou a pressão no ataque, com Raí mais próximo de Bebeto e Romário, mas o grande número de chances perdidas pelo ataque brasileiro começou a irritar o time, especialmente os lances de Romário, Mauro Silva e Dunga.
Depois de vários cruzamentos que atravessaram a área ou foram rebatidos pelos zagueiros suecos, o lateral-direito Jorginho avançou até a área sueca e fez um cruzamento ‘despretensioso’ por cima dos dois zagueiros suecos. Raí estava na primeira trave e Romário ficou posicionado na segunda trave, a bola atravessou a área e Raí quase pegou ela (o então meia ribeirão-pretano disse que esperava fazer o gol para ter uma chance de disputar a final), mas Romário conseguiu pular mais alto que os zagueiros suecos (o então volante Dunga disse que Romário tinha uma impulsão de goleiro) e marcou o gol que garantiu a vitória do Brasil, aos 80 minutos de jogo. O Brasil estava na final da Copa depois de 24 anos.
Quais as suas lembranças do jogo da semifinal entre Brasil e Suécia pela Copa do Mundo de 94?