Irmãos unidos pela bola

Desde que decidiu se tornar jogador de futebol pelo Botafogo de Ribeirão Preto, Raí teve que conviver com a ‘sombra’ de ser irmão de Sócrates, que também começou a carreira pelo time do interior paulista e depois se tornou o maior ídolo do Corinthians e líder da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 82. Mas Raí superou isso, ao se tornar também ídolo do São Paulo (onde venceu o Paulista, o Brasileiro, a Libertadores e o Mundial), ter sucesso na Europa (sendo ídolo do PSG da França enquanto que Sócrates teve uma curta passagem pela Fiorentina da Itália) e ser campeão com a Seleção Brasileira, que conquistou a Copa do Mundo em 94, ainda que Raí não tenha tido tanto destaque nela.

Raí e Sócrates (foto: br.jetss.com) começaram a carreira no Botafogo de Ribeirão Preto e depois se destacaram também na Seleção Brasileira

Na Europa, os irmãos dinamarqueses Michael e Brian Laudrup Michael Laudrup tiveram carreiras distintas, tanto dentro quanto fora das quatro linhas. Michael, que é o irmão mais velho está sem clube desde 2018 na função de técnico e jogou com destaque por Barcelona, Real Madrid e Juventus, enquanto que o irmão caçula Brian não teve uma carreira de grande destaque nos gramados, mas passou com algum sucesso pelo Rangers da Escócia e atualmente dirige uma academia de futebol para jovens carentes.

Na Itália, os irmãos Simone e Filippo Inzaghi tiveram carreiras opostas dentro dos campos, em que Filippo fez parte da Seleção Italiana que conquistou a Copa do Mundo em 2006 e Simone conquistou o scudetto (Campeonato Italiano) na temporada 99/00 quando defendia a Lazio, mas depois que encerraram as respectivas carreiras de jogadores, os dois se tornaram técnicos e desta vez foi Simone quem se deu melhor até o momento. Simone Inzaghi atualmente comanda a Lazio e já venceu a Copa Itália uma vez e também tem duas conquistas da Supercopa da Itália (em que o vencedor da Copa Itália joga contra o campeão do Campeonato Italiano), enquanto que o irmão mais velho Filippo Inzaghi, atualmente técnico do Benevento, ainda não conquistou títulos com a prancheta.

Na Holanda, os gêmeos Frank e Ronald de Boer tiveram uma carreira de destaque nos gramados, quando atuaram juntos tanto pelo Ajax quanto pelo Barcelona e também pela seleção do país. Depois de pendurarem as chuteiras, os dois ainda continuaram dentro dos gramados, com Frank na função de técnico, em que atualmente comanda o Al Jazira dos Emirados Árabes, enquanto que Ronald é assistente no Ajax.

Na Inglaterra, os irmãos Gary e Phil Neville tiveram uma carreira de sucesso quando atuaram juntos pelo Manchester United quando eram jogadores. Gary Neville atualmente é comentarista do canal de TV Sky Sports enquanto o irmão mais novo Phil está sem clube, depois de comandar a Seleção Inglesa feminina e também o Inter Miami, time dos Estados Unidos que tem o ex-companheiro Beckham como um dos donos.

Quais as vantagens e desvantagens de ter um irmão que seja um jogador de futebol famoso na sua opinião?

Quase duas semanas depois, o Brasil volta a jogar contra a Suécia

Na Copa do Mundo de 94 o Brasil voltou a jogar contra a Suécia (adversária da primeira fase) na semifinal. Na primeira fase houve um empate de 1 a 1 com o gol de Romário para o Brasil e Kennet Andersson para os suecos na partida disputada no estádio de grama sintética em Detroit. Quase duas semanas depois, as duas seleções voltariam a se enfrentar, desta vez pela semifinal da Copa do Mundo, que seria jogada em Pasadena, uma cidade nos arredores de Los Angeles. Somente uma das duas seleções poderia avançar para a final.

O centroavante brasileiro Romário (foto: http://www.conmebol.com) salta para marcar o gol da vitória contra a Suécia na semifinal da Copa do Mundo de 94

No primeiro tempo, aos três minutos, o Brasil teve a primeira chance de abrir o placar quando Romário chutou de fora da área e o goleiro sueco Ravelli defendeu com um soco. Aos 26min, Romário teve uma nova tentativa de marcar quando driblou Ravelli e chutou para o gol, mas o zagueiro Patrik Andersson cortou a bola em cima da linha. No rebote, dentro da pequena área, o meia Mazinho chutou para fora, à esquerda do gol vazio. Quatro minutos depois, aos 31 minutos, Romário não conseguiu driblar o goleiro dentro da área e chutou para fora.

No intervalo, o então técnico Carlos Alberto Parreira tirou o meia Mazinho para colocar o meia Raí, que tinha entrado no jogo anterior contra a Holanda, no jogo pelas quartas de final. O então meia, que atuava pelo PSG da França na época, foi o capitão brasileiro nos três jogos da primeira fase e não atuou nas oitavas de final contra os EUA.


No segundo tempo, aos nove minutos, o meia Zinho acertou um chute longo de fora da área, que obrigou o goleiro Ravelli a fazer uma defesa espetacular, quando espalmou a bola por cima do travessão. Aos 18min, o zagueiro sueco Thern foi expulso depois de cometer falta violenta no volante Dunga, quando acertou o tornozelo direito do jogador brasileiro. O Brasil aumentou a pressão no ataque, com Raí mais próximo de Bebeto e Romário, mas o grande número de chances perdidas pelo ataque brasileiro começou a irritar o time, especialmente os lances de Romário, Mauro Silva e Dunga.

Depois de vários cruzamentos que atravessaram a área ou foram rebatidos pelos zagueiros suecos, o lateral-direito Jorginho avançou até a área sueca e fez um cruzamento ‘despretensioso’ por cima dos dois zagueiros suecos. Raí estava na primeira trave e Romário ficou posicionado na segunda trave, a bola atravessou a área e Raí quase pegou ela (o então meia ribeirão-pretano disse que esperava fazer o gol para ter uma chance de disputar a final), mas Romário conseguiu pular mais alto que os zagueiros suecos (o então volante Dunga disse que Romário tinha uma impulsão de goleiro) e marcou o gol que garantiu a vitória do Brasil, aos 80 minutos de jogo. O Brasil estava na final da Copa depois de 24 anos.

Quais as suas lembranças do jogo da semifinal entre Brasil e Suécia pela Copa do Mundo de 94?

Um dia que não terminou

O dia 30 de novembro é uma data inesquecível para o torcedor palmeirense, mas que talvez ele quisesse esquecer. Foi neste dia que o time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari perdeu a decisão do Mundial de Clubes contra o Manchester United da Inglaterra, que era dirigido pelo lendário técnico Alex Ferguson. Esta foi a primeira conquista mundial do time inglês, que tinha perdido a final da Copa Intercontinental de 1968 para o Estudiantes da Argentina, que curiosamente derrotou o Palmeiras na final da Taça Libertadores daquele ano, ao ganhar no jogo desempate que foi disputado em Montevidéu, no Uruguai.

Escalações de Palmeiras e Manchester United (foto: http://www.wikipedia.org) na disputa do Mundial de Clubes de 99 realizado em Tóquio

No ano de 99, o Palmeiras chegou para a disputa do Mundial de Clubes com o inédito título da Taça Libertadores na bagagem, conquistado depois de uma dura disputa vencida nos pênaltis contra o Deportivo Cali da Colômbia. Do outro lado, o Manchester United chegou para a decisão cheio de moral, após uma virada histórica diante do Bayern de Munique da Alemanha na final da Champions League disputada em Barcelona na Espanha, em que o time inglês anotou dois gols em três minutos nos acréscimos do segundo tempo.

Na metade daquele ano, o Palmeiras aproveitou a parceria de patrocínio que tinha com a empresa italiana Parmalat para se reforçar e trouxe o atacante colombiano Asprilla, que jogava no Parma da Itália. O colombiano também tinha defendido o Newcastle United da Inglaterra e tinha bastante conhecimento dos jogadores do time adversário.

Alguns dias antes do jogo, o técnico Luiz Felipe Scolari cobrava o então lateral-esquerdo Júnior com a marcação que o jogador deveria fazer no meia inglês Beckham, que era um dos principais jogadores do Manchester United. No jogo, o Palmeiras acabou derrotado depois que o meia irlandês Roy Keane surpreendeu e marcou o gol ao encobrir o goleiro Marcos.

Logo depois do gol sofrido, o Palmeiras partiu para o ataque e o goleiro australiano Bosnich do Manchester United fez defesas milagrosas nas finalizações feitas por Alex, Oséas, Asprilla e Paulo Nunes. O Palmeiras ainda teve um gol incorretamente anulado quando Alex driblou Silvestre e Irwin antes de chutar contra o gol defendido por Bosnich, mas o árbitro assistente (bandeirinha) japonês Yoshikazu Hiroshima marcou impedimento e o árbitro alemão Hellmut Krug anulou o gol palmeirense.

Qual a chance do Palmeiras conquistar a Taça Libertadores novamente e voltar a disputar o Mundial de Clubes na sua opinião?

Torcedores ilustres

Todo time de futebol que se preze tem a torcida ou simpatia de uma pessoa considerada famosa ou muito conhecida, por exemplo, o ator Selton Mello esteve presente no estádio para ver a final do Campeonato Brasileiro de 86 (que teve a decisão disputada em fevereiro de 87) e no ano seguinte, o Tricolor do Morumbi acertou a contratação do meia Raí, que chegava ao clube depois de ter feito alguns bons jogos pela Ponte Preta, quando foi emprestado ao time de Campinas pelo Botafogo de Ribeirão Preto. O rival Santos tem a torcida de muitas pessoas por causa de Pelé, e um desses torcedores é o escritor José Roberto Torero, que acompanhou o pai para ver o último jogo de Pelé na Vila Belmiro, quando o Peixe jogou contra a Ponte Preta em 1974.

O meia Raí (foto: 20minutos.es chegou ao São Paulo no ano de 1987 vindo do Botafogo de Ribeirão Preto

O jornalista Marcelo Duarte, se tornou torcedor do Corinthians pela influência do pai, que o levava para comer um lanche sempre que o Timão ganhava algum jogo. Algo parecido acontecia com o também jornalista Mauro Beting, que tinha um almoço especial em família no dia seguinte (Mauro é filho do falecido jornalista Joelmir Beting) sempre que o Palmeiras vencia no dia anterior.

No Rio de Janeiro, o editor do diário Lance! Walter de Mattos Junior lembra que se tornou flamenguista depois de ver o meia Zico conduzir o time rubro-negro à conquista do Campeonato Brasileiro de 1980. O maior ídolo do rival Vasco, o centroavante Roberto Dinamite foi responsável por fazer a cantora Teresa Cristina torcer para o time cruzmaltino, e outro ídolo dela, o meia Juninho Pernambucano, um dos responsáveis pela alegria de conquistar a Taça Libertadores de 98.

Ainda no Rio de Janeiro, o engenheiro de Produção e humorista Beto Silva se tornou torcedor do Fluminense pela influência dos os pais, que o presenteavam com artefatos relacionados ao Tricolor carioca. O jornalista Mauricio Stycer é fanático pelo Botafogo e conta que costumava narrar partidas imaginárias com os jogadores do Botafogo quando era criança, até que finalmente, aos dez anos, foi ao estádio pela primeira vez e definitivamente se tornou torcedor do alvinegro.

Em Minas Gerais, o engenheiro civil e músico cruzeirense Samuel Rosa se lembra de como foi delicioso ver o time azul jogar contra o Internacional e o rival Atlético Mineiro no Campeonato Brasileiro de 1975, que está marcado no coração dos torcedores colorados pelo ‘gol iluminado’ do então zagueiro chileno Figueroa. Pelo lado do Atlético Mineiro, o jornalista Fred Melo Paiva afirma que foram os tios e primos dele que o convenceram a torcer pelo alvinegro.

No Rio Grande do Sul, o jornalista Sérgio Xavier Filho passou a torcer para o Grêmio por causa do primo, apesar da mãe ser torcedora do Internacional e muito brava, segundo ele. O publicitário Ricardo Freire se tornou um orgulhoso torcedor do Internacional em meio ao Campeonato Brasileiro de 1975, que terminou com o título do Colorado, e ele lembra como era complicado acompanhar e torcer para o time gaúcho e morar em Brasília.

Quais os motivos que o levaram a torcer para o time que você torce atualmente?

Conversa de torcedor com jogador

O Resenha ESPN é um programa transmitido pelos canais ESPN em que o visual é inspirado em um vestiário de um time de futebol, mantendo os lugares individuais para os comentaristas e convidados. O programa, que trata sobre assuntos gerais ligados ao futebol, é apresentado pelo jornalista André Plihal, que serve de mediador para os jogadores Fábio Luciano, Djalminha e convidados, que normalmente são técnicos, dirigentes, ex-jogadores ou jogadores em atividade.

Na seção ‘Invasão de campo’, os fãs do esporte podem interagir com os convidados (foto: Arquivo) por meio do Twitter com a hashtag do programa

Os ex-jogadores Marquinhos e Paulinho McLaren foram os convidados do programa exibido no final de semana da Páscoa de 2019, em que o blogueiro fez uma pergunta a Paulinho McLaren (na foto acima) sobre a passagem dele pela Portuguesa, lembrando de um jogo disputado contra o Corinthians em 95. Na resposta, o ex-jogador da Lusa lembrou que estava em um contra-ataque e tinha pela frente os zagueiros Henrique e Célio Silva e deu um toque na bola para depois fazer o giro sobre o marcador.

Mas a bola, ao invés de ir na direção dele, foi para o lateral-direito Vítor, e o centroavante saiu na frente. Foi então que o zagueiro Célio Silva o segurou pela camisa e a rasgou por ter puxado ela. Paulinho McLaren a mostrou ao árbitro Márcio Campos Sales, que disse ao atacante que teria sido o próprio Paulinho McLaren que teria rasgado a camisa de propósito. O então centroavante disse que pagaria a camisa do jogo, caso o árbitro conseguisse provar que tinha sido ele que teria rasgado a camisa de propósito.

O programa do Resenha ESPN foi idealizado pelo canal de TV por assinatura em parceria com a Elis Produtora, do ex-lateral-esquerdo argentino Sorín, e é exibido toda sexta-feira às 21h30, com reprise à meia noite de domingo para segunda-feira. Além de Fábio Luciano e Djalminha, o Resenha conta em seu time de comentaristas com nomes que marcaram época no futebol brasileiro e internacional, como Zé Elias e o uruguaio Diego Lugano.

Quais poderiam ser dois convidados para o programa na sua opinião?

O jogo além dos gramados

Com os jogadores dos clubes sempre pressionados pela busca por resultados, seja ele a conquista de um título ou evitar um rebaixamento em um campeonato, o fator emocional tem grande peso no desempenho final e é importante que exista um profissional que seja capaz de orientar os jogadores nesse sentido. Este é o trabalho do coach Junior Fernandez, que já teve como clientes os meias Diego (que atualmente joga pelo Flamengo) e Cristian (que passou por Corinthians e Fenerbahçe da Turquia entre outros times) e o ex-zagueiro Paulo André. Em 2018 ele também trabalhou com o time do Comercial de Ribeirão Preto, que subiu para a Série A3 do Campeonato Paulista neste ano.

O coach Junior Fernandez (foto: http://www.vox2you.com.br) trabalha com a orientação de jogadores de futebol para se relacionarem com o púbico

O primeiro contato com o coach é feito pelo empresário, o assessor de imprensa ou até mesmo pelo próprio jogador que o procura. Depois do primeiro contato o coach faz uma coleta de dados sobre o cliente, nessa etapa ele analisa casos anteriores e traça metas estratégicas de desenvolvimento do trabalho que será realizado.

Ele explica que o comportamento é trabalhado com o cliente de acordo com as necessidades dele na busca do equilíbrio emocional para ter melhores resultados dentro ou fora dos gramados. O trabalho em geral também inclui as orientações são para o gestual, a expressão facial e contato visual especialmente nas entrevistas que são realizadas.

Junior Fernandez faz uma analogia de que a mente da pessoa seria a vida pessoal enquanto que o corpo seria a parte profissional, mas que ambos estão ligados e devem ser trabalhados para quem busca uma carreira de sucesso. Entre os grandes exemplos que ele cita está o ex-jogador de futebol Zé Roberto, que ele conheceu em São Paulo enquanto Zé Roberto jogava pelo Palmeiras.

Nesta época os dois marcaram uma reunião no centro de treinamento do time sobre comunicação e oratória, para ajudar o jogador nas entrevistas. Hoje o ex-lateral-esquerdo e diretor do Palmeiras é um dos garotos-propagandas do curso, e na palestra que ele realizou em Ribeirão Preto, Zé Roberto se emocionou ao relembrar a infância e a carreira de jogador de futebol para demonstrar a importância de persistir para vencer as etapas.

Qual a importância do trabalho de um coach no meio do futebol na sua opinião?

Quando a paixão vira profissão

Como quase todo brasileiro, o jornalista esportivo Felipe Melo sempre teve um gosto por futebol e se interessava um pouco também pela comunicação. Influenciado por um primo, que se formou em Publicidade e Propaganda, ele decidiu que também gostaria de seguir profissionalmente e trabalhar no meio comunicativo. Foi então que começou a cursar Rádio e TV no Senac, para seguir os passos de grandes narradores esportivos como Galvão Bueno e Cléber Machado, mas parou o curso que fazia e trocou de faculdade e curso ao optar pelo Jornalismo na Unaerp, onde se formou.

O jornalista esportivo Felipe Melo (foto: Arquivo pessoal), é repórter da rádio CBN

Ao longo da carreira, Felipe trabalhou no programa ‘Clube Esportivo’, da rádio ‘Clube AM’, depois passou para a rádio ’79 AM’ no programa ‘Esporte Show’, fez a atualização do site e das redes sociais do jornalista Wilson Rocha (conhecido no meio jornalístico como Rochinha) até chegar ao estágio na rádio ‘CBN’, em que passou depois de fazer uma prova com questões de Jornalismo, conhecimentos gerais e redação. Ele ressalta que a formação na faculdade de Jornalismo foi importante para obter conceitos teóricos que não se aprendem somente com a prática.

Felipe Melo comenta que a formação acadêmica dá ao estudante noção do que será o mercado de trabalho. Além disso, a combinação do conhecimento técnico teórico com a vivência prática é um diferencial para quem quer atuar profissionalmente.

O jornalista esportivo aponta que o jornalismo de uma forma geral é um meio em que se transmite muita informação, e que as pessoas hoje escrevem uma opinião qualquer sobre algo que não conhecem a fundo, especialmente nas redes sociais e blogs. Ele aponta que um dos problemas destas mídias alternativas é a checagem da informação. E que quem busca a informação deve sempre procurar por fontes confiáveis e de credibilidade.

Quais as vantagens e desvantagens de fazer profissionalmente algo que aparentemente se gosta na sua opinião?