Quando a regra não é clara

Uma das novidades do futebol neste ano é a mudança no tempo que os goleiros tinham para colocar a bola em jogo. No começo deste ano, foram adotados oito segundos ao invés de seis segundos para a reposição do goleiro e Mycael, do Athletico Paranaense, foi o primeiro a sentir o efeito da mudança na regra.

Goleiro Mycael do Athletico Paraense (foto: ge.globo.com) foi o primeiro a sentir a mudança da regra no futebol brasileiro

Esta infração aconteceu na vitória do time paranaense diante do Paysandu, quando Mycael segurou a bola por 12 segundos e o árbitro Jefferson Ferreira de Moraes marcou escanteio para o Paysandu. Na regra anterior, o árbitro era orientado a marcar tiro livre indireto, caso o goleiro demorasse mais do que seis segundos para recolocar a bola em jogo, embora a regra não seja aplicada ao tiro de meta.

Por outro lado, na Série A do Brasileiro, a regra foi praticamente ignorada tanto pelos goleiros quanto pelos árbitros dos jogos. Um dos objetivos com a medida é aumentar o tempo de bola rolando nos jogos, porque a Fifa considera ser ideal ao menos 60 minutos de bola em jogo.

Esta regra deve ser oficialmente testada em um torneio no Mundial de Clubes, que será disputado em junho deste ano nos Estados Unidos e terá Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras. No dia 1o de julho, esta regra passará a ser oficialmente válida.

Quais os pontos positivos e negativos desta nova regra na sua opinião?

2 comentários em “Quando a regra não é clara

  1. Eu vejo como positiva essa proposta. Acabar com a cera no futebol é algo sempre vem vindo. O goleiro do Curintcha é especialista em cair, segurar a bola por até 12, 15 segundos antes de fazer a reposição. Se a regra é clara, deve ser cumprida. E o pênalti que deram pro Parmera domingo, heinnnnnnn?? Que VERGOOONHAAAA !!!!

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